março 31, 2004
"BLOGOSFERA REGIONAL" (VIII)
E eis-nos chegados ao nosso Distrito, de Santarém; do Ribatejo Norte até ao Ribatejo Sul, passando por Abrantes, Coruche, Ferreira do Zêzere, Ourém, Sardoal e, claro, por Tomar (incluindo o próprio Tomar)!
- Abrantes
- Conspirações da Vila de Coruche
- Coruche
- Por Ferreira (Ferreira do Zêzere)
- O Castelo (Ourém)
- Santa Cita (Tomar)
- Thomar
- Tomar.
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INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO (IX)
Cerca do Convento de Cristo / Mata Nacional dos Sete Montes
"No vale, logo à entrada, um jardim com buxo recortado à francesa, alonga-se no sentido ascendente ladeado por árvores, seguido de uma 1ª plataforma com um parque infantil e de uma 2ª com um caramanchão e um tanque. A mata é povoada por acácias, vários tipos de pinheiros e de coníferas, dispostas pelo meio de inúmeras veredas, serpenteando pelas encostas. Perfeitamente integrados na mata vestígios arquitectónicos seiscentistas: uma casa de fresco maneirista de planta circular (a charolinha), rematada por cúpula, com pilastras jónicas adossadas, no meio de um tanque também circular, com 4 pontes de acesso; no topo da cerca, encostado ao muro de vedação, a NO., um tanque de rega, quadrangular, de grandes dimensões, com espaldar ondeante, que recebia água do aqueduto dos Pegões."
"Cronologia - Inicialmente pertença do Convento de Cristo, em cujo perímetro se encontrava, passou depois para o Conde de Tomar, quando este comprou parte do convento, após a extinção das Ordens religiosas; 1936 - adquirido pelo Estado, foi entregue aos Serviços florestais de Sintra, a quem se deve o ajardinamento e parte do reflorestamento; 1949 - é construído o muro de vedação da entrada principal."
(via página da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais)
Publicado por Leonel Vicente às 01:55 PM | Comentários (0)
NOVAS ENTIDADES ADMINISTRATIVAS
A propósito da criação de novas entidades administrativas em Portugal, escreve hoje Manuel Carvalho, no Público, um artigo de crítica intitulado: "Retalhos da Vida de Um País":
"O mapa está praticamente desenhado e o disparate à vista. Não, a criação de novas entidades administrativas proposta pelo Governo para concretizar a sua política de descentralização não chegou a transformar-se no caos que muitos temiam porque, ao contrário da generalização abusiva, a maioria dos autarcas portugueses não padece de falta de senso. Mas basta olhar para o mapa que hoje editamos para se perceber o óbvio: é impossível levar à prática uma política descentralizadora coerente, equitativa e eficaz quando à mesma mesa se sentam pesos-pesados como as áreas metropolitanas de Lisboa ou Porto e as ínfimas comunidades intermunicipais do Alto Minho ou do Pinhal.
Com este Governo pressentiu-se desde o início uma sincera vontade de transformar em actos a sempre invocada e outras tantas vezes adiada promessa da descentralização. E seria, no mínimo, injusto dizer que não houve por parte do secretário de Estado Miguel Relvas e até de Durão Barroso um esforço para que o processo fosse pautado pela sensatez. Mas, ao conceder aos municípios o poder de desenhar a base da política regional, esta estratégia continha na sua origem um vício que determinou os males que hoje se registam. Ao querer deixar o processo ao livre arbítrio dos autarcas, o Governo conseguiu apagar de uma só vez o vasto e importante pensamento que o país produziu nos últimos 40 anos sobre a política regional.
Temos agora pela frente o esboço incompleto do que será o futuro mapa administrativo do país e de imediato nos surge a imagem da sua irracionalidade. Matam-se os distritos, comprometem-se as regiões plano (das CCR), atropelam-se as NUT III e deste processo destruidor nascem unidades a eito. O Governo acredita que mais tarde as mais frágeis se hão-de reunir; diz até que, num prazo mais longo, será com as suas fronteiras que se redigirão os novos círculos eleitorais; levando o processo ao cúmulo, admite-se a eleição directa dos seus dirigentes, o que acabaria por lhe conferir legitimidade política que é a marca distintiva das entidades regionais de quase todas as democracias credíveis do mundo. Se o objectivo era este, porque não procurar um modelo que evitasse os riscos que hoje minam esta descentralização?
Este modelo de descentralização transformou-se num monumento ao demissionismo do Estado e num perigo para as fragilidades das regiões desfavorecidas. Enquanto no Litoral urbano e desenvolvido se criaram unidades com um mínimo de coerência e massa crítica, o Interior embrulhou-se num destruidor ambiente de separação e ruptura - nem as "míticas" regiões de Trás-os-Montes e Alto Douro e o Alentejo escaparam à divisão. Ou seja, as regiões mais ricas são as que vão dispor de mais poder demográfico (logo, político) para negociar com a administração central. O que está em curso é também por isso um atentado à coesão nacional e um atestado de irresponsabilidade ao poder. Bem vistas as coisas, nem o excesso de voluntarismo do Governo, nem o vergonhoso silêncio da oposição ficam bem nesta fotografia."
Publicado por Leonel Vicente às 12:42 PM | Comentários (0)
FERNANDO LOPES GRAÇA (I)

Fernando Lopes Graça nasceu em Tomar a 17 de Dezembro de 1906, cidade sobre a qual escreveria que é onde «o monumento completa a paisagem; a paisagem é o quadro digno do monumento; e a luz é o elemento transfigurador e glorificador da união quase consubstancial da Natureza com a Arte.»
Apenas com 14 anos, começou a trabalhar como pianista no Cine-Teatro de Tomar, procedendo ele próprio aos "arranjos" dos trechos que interpretava, tocando peças de Debussy e de compositores russos contemporâneos. Na época, competiam em Tomar as duas bandas rivais: Gualdim Pais e a Nabantina.
Em 1923, frequenta o Curso Superior do Conservatório de Lisboa, tendo como professores: Adriano Meira (Curso Superior de Piano), Tomás Borba (Composição) e Luís de Freitas Branco (Ciências Musicais); em 1927, frequenta a Classe de Virtuosidade, onde tem como professor o maior pianista português de todos os tempos: Mestre Viana da Motta (antigo aluno de Liszt).
Em 1928, frequentaria também o curso de Ciências Históricas e Filosóficas na Faculdade de Letras de Lisboa, que viria a abandonar em 1931, em protesto contra a repressão a uma greve académica.
Entretanto, funda em Tomar o semanário republicano “A Acção”.
Em 1931, conclui o Curso Superior de Composição com a mais alta classificação, concorrendo de seguida a professor do Conservatório, em piano e solfejo, o que lhe viria a ser vedado devido à sua oposição ao regime político, sendo inclusivamente preso e desterrado para Alpiarça.
Leccionaria na Academia de Música de Coimbra, vindo a colaborar na Revista “Presença”, um dos esteios da poesia em Portugal.
Em 1937 ganha uma bolsa de estudo para Paris, a qual contudo lhe seria igualmente recusada por motivos políticos. Não obstante, decide partir para França por conta própria, aproveitando para ampliar os seus conhecimentos musicais, estudando Composição e Orquestração com Koechlin.
Publicado por Leonel Vicente às 08:25 AM | Comentários (0)
março 30, 2004
INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO (VIII)

Castelo de Tomar
"Planta irregular. Cortina de muralhas ameadas sobre forte talude, com seteiras crucíferas nos merlões, circundada por adarve; irregularmente angulosa, é guarnecida de cubelos semicilíndricos e semiquadrangulares, rematada no ângulo SE. por torre de planta rectangular (Torre da Raínha) e no ângulo SO. por torre circular (Torre da Condessa); a Charola reforçava a cortina O.. Uma porta rasga-se do lado S., numa reentrância do pano, entre cubelos rectangulares, a Porta do Sangue, a outra, a porta do Sol, abre para o terreiro, comunicando com uma porta exterior, a porta de Santiago, por calçada que circunda a Alcáçova. Esta, de planta escudiforme, é reforçada a S. por torreão de planta quadrangular, a E. por pesado contraforte triangular; no canto NO. ergue-se a Torre de Menagem, de planta rectangular, em 3 andares. No pano murário da Alcáçova rasgam-se janelas de sacada; o mesmo sucede na cortina que se estende para N., até à fachada do convento. Na Torre da Raínha rasgam-se janelas maineladas, nas 2 faces viradas para a vila."
"Cronologia - 1160, 1 de Março - Início construção do castelo, segundo inscrição na Torre de Menagem; 1499 - abandono da população que vivia intramuros, por ordem de D. Manuel; 1533, c. de - os" Paços da Raínha" prolongam-se até à muralha e alcáçova (VITERBO, 1899); adaptações feitas no interior da Torre da Raínha, até então conhecida como "torre do relógio"; 1618 - para se construir a portaria filipina é destruída a torre do ângulo NO. da cortina (JANA, 1991)"
(via página da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais)
Publicado por Leonel Vicente às 06:20 PM | Comentários (0)
"T DE LEMPICKA"
No cenário único do Convento de Cristo em Tomar, Carlos Carvalheiro e o seu grupo “FATIAS DE CÁ”, levaram à cena, já em várias ocasiões, a peça teatral “T de Lempicka”.
Em 1927, a pintora polaca Tamara de Lempicka visita Itália a convite do intelectual italiano Gabriele d'Annunzio, para lhe pintar o seu retrato, mas d’Annunzio só pensa em seduzi-la…
Estamos em Itália, em pleno regime fascista de Mussolini e vamos ser recebidos como convidados na casa de Gabriele d’Annunzio, repleta de intrigas politicas e sexuais, provocando a chegada de Tamara resultados “explosivos”.
A acção podia ser acompanhada de sala em sala, partilhando de um jantar-buffet enquanto se revive a Itália dos anos 20.
O público observa a acção da peça seguindo os actores que entram e saem das diversas salas do Claustro dos Corvos no Convento de Cristo, pelo que, cada espectador pode escolher a “peça” que quer ver…
Na primeira sala encontramos Aldo Finzi, polícia fascista, por quem temos de passar para carimbar o nosso passaporte e validar a entrada na casa. Feitas as apresentações e conhecidas todas as personagens (hóspedes e criados de d’Annunzio), teremos de optar quem vamos seguir para o cenário seguinte: Emilia Pavese, a criada ladra de d’Annunzio; Luisa Baccara, célebre pianista; Aélis Mazoyer, a governanta; ou aguardar com Gabrielle d’Annunzio, na sala inicial, a chegada da pintora Tamara Lempicka – que logo abandonam a sala, deslocando-se para o quarto.
De sala em sala, a trama vai-se desenrolando até ao seu final inesperado, entre segredos, sonhos e traições…
P. S. Que extraordinário seria se a companhia de teatro FATIAS DE CÁ conseguisse levar por diante a ideia de encenar, também no Convento de Cristo, "O Nome da Rosa", de (e com a participação de) Umberto Eco...
Publicado por Leonel Vicente às 12:50 PM | Comentários (0)
"FATIAS DE CÁ"
Criado em Tomar em 1979, o "Fatias de Cá" inspira o seu nome no doce conventual local "Fatias de Tomar".
Actualmente composto por cerca de 115 membros (profissionais e amadores), tendo Carlos Carvalheiro como Director Artístico, e usando como lema "Não resistimos nem a uma ideia nova nem a um vinho velho", tem-se expandido numa perspectiva regional, tendo criado núcleos na Chamusca, V. N. Barquinha, Constância e Lisboa.
Nesta companhia, de grande "humildade teatral", segundo Carlos Carvalheiro, "todos fazem tudo". Nem todos os elementos são profissionais, sendo aceites inscrições para colaboração com o grupo (no final de cada peça, é distribuída um inquérito / ficha de inscrição).
Nos 25 anos de vida, utilizando de uma forma interactiva o património construído e paisagístico (nomeadamente o Convento de Cristo e a Mata dos Sete Montes, por exemplo), o "Fatias de Cá" estreou mais de 30 espectáculos, desde Karl Valentim a Choderlos de Laclos, passando por Dario Fo, Frati, Gil Vicente, Yourcenar, Shakespeare, Lorca, Mozart, Plauto e Ackbourn e participou em Festivais de Teatro por todo o mundo, contribuíndo para tornar Tomar numa cidade de referência a nível cultural.
Em particular, refira-se a estreia, em Agosto de 2000, na Mata dos Sete Montes, em Tomar, do espectáculo "Sonho de Uma Noite de Verão", de William Shakespeare, e "T de Lempicka", estreado em 1998, reposto em 2000 e, novamente, em 2003 - peça que o Director Artístico considerou como "a maior experiência teatral da sua vida" (implicando nomeadamente um rigoroso planeamento das várias cenas que decorriam em simultâneo, em diversas salas do Convento de Cristo).
Publicado por Leonel Vicente às 08:35 AM | Comentários (1)
março 29, 2004
INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO (VII)
Casa de Vieira Guimarães, com fachadas para as Ruas do Marquês de Tomar e de Serpa Pinto
"O edifício de planta trapezoidal irregular, é formado por um corpo rectangular, virado para a Av. Marquês de Tomar e para o rio, a NE., coberto por telhado de 2 águas e um outro também rectangular, com fachadas para a R. Serpa Pinto, a S. e para a ponte velha, a E., com telhado de 3 águas; no encontro dos 2 corpos um torreão octogonal, com telhado prismático rematado por esfera armilar em ferro. O piso inferior abre-se para o exterior por grandes janelas / montras e portas de vão rectangular e por duas portas de acesso ao piso superior, uma a S., outra a NE., de verga neomanuelina. Sobre esta um painel de azulejo, com a representação da Senhora da Piedade. No piso superior rasgam-se, nas 3 fachadas, 3 janelas bífores, de verga golpeada e ornatos neo-manuelinos, com varanda em cantaria lavrada com os emblemas das Ordens dos Templários e de Cristo, rematados a meio pelas iniciais entrelaçadas do fundador, "VG". Nas vergas das janelas as datas de 1920 e 1922. No torreão abrem-se pequenas janelas com vergas em cantaria com lavores neo-manuelinos."
"Cronologia - 1920 / 1922 - período de construção, de acordo com as inscrições nas vergas das janelas."
(via página da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais)
Publicado por Leonel Vicente às 05:07 PM | Comentários (0)
"BLOGOSFERA REGIONAL" (VII)
Hoje, referência a alguns "blogues" do Porto:
- Junqueira VCD (Vila do Conde)
- Nortugal
- O Vilacondense (Vila do Conde)
- PassarolaVoadoraMedia (Vila do Conde)
- Porto do Infante (Porto)
- PuroVinagre (Vila do Conde)
- Vila do Conde Quasi Diário (Vila do Conde).
Publicado por Leonel Vicente às 02:15 PM | Comentários (0)
COMUNIDADE URBANA DO MÉDIO TEJO
Foi constituída, em cerimónia realizada no Cine-Teatro de Tomar, no passado dia 25 de Março, a Comunidade Urbana do Médio Tejo, integrando dez municipios: Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, agregando cerca de 190 000 habitantes - tendo entretanto outros municípios manifestado já o seu interesse em aderir a esta Comunidade.
A Sede deste organismo será em Tomar, localizando-se os serviços técnicos em Abrantes, enquanto que o Centro de Informação e Formação Profissional se situará em Constância.
O regime de criação e o quadro de atribuições e competências das Comunidades Urbanas (um tipo de área metropolitana), está definido na Lei n.º10/2003, de 13 de Maio; as áreas metropolitanas podem ser de três tipos, em função do seu âbito territorial e demográfico: Grandes Áreas Metropolitanas (GAM) - com um mínimo de 9 municípios com, pelo menos, 350 000 habitantes -, Comunidade Urbanas (ComUrb), estas com um mínimo de 3 municípios com, pelo menos, 150 mil habitantes, ou Comunidades Intermunicipais (ComInt - sendo requerida apenas a contiguidade territorial, sem obedecer a critérios de número de municípios agregados ou densidade populacional).
A ComUrb irá prosseguir fins públicos, como:
(i) articulação dos investimentos municipais de interesse supramunicipal;
(ii) coordenação de actuações entre os serviços da administração central nas áreas de infra-estruturas de saneamento básico e de abastecimento público, saúde, educação, ambiente, conservação da natureza, recursos naturais, segurança, protecção civil, acessibilidades, transportes, equipamentos de utilização colectiva, apoio ao turismo e à cultura e também apoio ao desporto, à juventude e às actividades de lazer;
(iii) planeamento e gestão estratégica, económica e social;
(iv) e gestão territorial na área dos municípios integrantes.
A ComUrb terá património e finanças próprios, destacando-se as contribuições dos municípios integrantes, as transferências directas do Orçamento do Estado, para além das decorrentes dos contratos celebrados com a administração central e as resultantes das delegações de competências operadas pelos municípios.
Encontram-se já formadas 8 Grandes Áreas Metropolitanas (Algarve, Baixo Alentejo, Lisboa, Coimbra, Aveiro, Viseu, Porto e Minho), assim como 13 Comunidades Urbanas (Lezíria do Tejo, Oeste, Médio Tejo, Leiria, Beiras, Douro, Beira Interior Sul, Vale do Sousa, Baixo Tâmega, Trás-os-Montes e Valimar) e 2 Comunidades Intermunicipais (Vale do Minho e Pinhal).
Publicado por Leonel Vicente às 08:16 AM | Comentários (0)
março 28, 2004
JORNAL "CIDADE DE TOMAR" - 26.03.04
Publicado por Leonel Vicente às 10:12 PM | Comentários (0)
INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO (VI)
Casa da Quinta da Granja, incluíndo pombal, nora, lagar, e restantes anexos edificados
"Planta composta por 2 corpos de diferentes épocas, de planta rectangular, separados por cunhais, com remates piramidais. Volumes articulados com cobertura em telhado único de 4 águas. O corpo mais antigo, do lado E., mostra 2 registos separados por moldura em cantaria, com marcações verticais nos 2 extremos, definidas por pilastras com remates, na fachada S.. A fachada E com um 1º registo cego, contrafortado por 2 muros com volutas, um 2º registo rasgado por logia com balaustrada, com arcadas duplas nos 2 corpos laterais, rodeando uma janela serliana no corpo central, encimado por 3º registo com janela de balaústres, ladeado por volutas e coroado por vieira. Interiormente a um 1º piso destinado a funções agrícolas sobrepõe-se a área residencial, com um corredor largo virado para a fachada S. por 8 janelas, para o qual se abrem 8 celas, comunicando com as salas do lado N. através da varanda. Do lado N. uma divisão rectangular, a antiga capela, com acesso directo pela escada principal."
"Cronologia - 1531 - doação à Ordem de Cristo da Quinta da Granja; 1531 - 1543 Frei António de Lisboa, prior do convento de Tomar, por escambos e compras acrescenta o património fundiário da Quinta, mandando construir "um assento de casas com oratório" (Anais, p. 241 / 242, Tomar, 1971); 1617 - 1626 reconstrução do edifício, durante o priorado de Frei António Moniz. (Jana, p. 416); séc. 18 - acrescento do corpo do lado O."
(via página da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais)
Publicado por Leonel Vicente às 01:02 PM | Comentários (0)
UNIÃO DE TOMAR - CLASSIFICAÇÕES NA I DIVISÃO - 1968-69
Total Casa Fora
Jg V E D G Pt V E D G V E D G
1 SL Benfica 26 16 7 3 49- 17 39 10 3 0 35- 8 6 4 3 14- 9
2 FC Porto 26 15 7 4 39- 23 37 10 2 1 24-10 5 5 3 15-13
3 VSC Guimarães 26 13 10 3 46- 17 36 11 2 0 31- 6 2 8 3 15-11
4 VFC Setúbal 26 13 9 4 45- 20 35 7 6 0 26- 8 6 3 4 19-12
5 Sporting CP 26 11 8 7 35- 20 30 8 4 1 24- 8 3 4 6 11-12
6 Académica 26 12 6 8 48- 32 30 8 3 2 30-13 4 3 6 18-19
7 GD CUF 26 8 11 7 32- 30 27 7 3 3 20-13 1 8 4 12-17
8 CF Belenenses 26 8 10 8 31- 33 26 5 6 2 16-12 3 4 6 15-21
9 Varzim SC 26 7 8 11 32- 49 22 4 7 2 20-22 3 1 9 12-27
10 UFCI Tomar 26 7 7 12 27- 47 21 5 4 4 16-16 2 3 8 11-31
11 Leixões SC 26 7 7 12 21- 30 21 5 4 4 14- 9 2 3 8 7-21
12 SC Braga 26 6 7 13 20- 47 19 5 4 4 11-14 1 3 9 9-33
13 Atlético CP 26 5 2 19 26- 49 12 3 1 9 11-20 2 1 10 15-29
14 AD Sanjoanense 26 3 3 20 15- 52 9 3 2 8 12-17 0 1 12 3-35
Publicado por Leonel Vicente às 12:00 PM | Comentários (0)
"GUALDIM PAIS" - 127 ANOS
A Sociedade Filarmónica Gualdim Pais completa hoje 127 anos de existência, em cerimónia que conta com a presença do Secretário de Estado da Juventude e Desportos, Hermínio José Loureiro Gonçalves.
Publicado por Leonel Vicente às 10:22 AM | Comentários (0)
QUINTA DO BILL - NÓMADAS
Gravado e produzido por Mário Barreiros nos estúdios MB no Porto entre Maio, Junho e Julho de 2001.
Misturado por Tony Harris.
Masterizado por Chris Blair no Abbey Road Studios em Londres.
- Diz-me lá (diz-me lá)
- Pudesse eu (não ter limites)
- Mil e uma lendas
- Todo o fogo que me ateias
- Angola (gosto de ti, liberta)
- Assim não queres
- Anoitecer no Mouchão
- Vaguear pelo mundo
- Mais um dia em que nada se faz
- Ondas de paixão
- Será fado
Hoje, às 22 horas, no Cine-Teatro Paraíso, o encerramento da 2ª Semana da Juventude de Tomar, com um grande concerto dos Quinta do Bill!
Publicado por Leonel Vicente às 08:48 AM | Comentários (0)
março 27, 2004
INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO (V)
Capela de São Lourenço junto do Padrão de D. João I / Monumentos comemorativos da passagem das tropas portuguesas para a Batalha de Aljubarrota
"Planta longitudinal, composta pela nave de planta rectangular, alpendre, ábside semicircular, sacristia rectangular a S.. Volumes articulados, cobertura diferenciada em telhado de 4, 3 e 1 água sobre a nave, o alpendre e sacristia, respectivamente; telhado prismático sobre a ábside. Alpendre adossado à fachada principal, a O., sustentado por pilares de secção quadrada assentes num murete. Na parede N., sobre um banco, um painel de azulejos azul e branco, com cercadura neorocócó enquadra a cena do encontro das hostes de D. João I e do Condestável, a caminho de Aljubarrota. No interior, a nave única, coberta a madeira, para a qual se abre, em arco a pleno centro, a ábside rematada por abóbada em quarto de esfera. Num nicho em cantaria sobre o altar-mor a estátua de São Lourenço; azulejos de aresta e enxaquetados na capela-mor e enxaquetados no silhar da nave."
"Cronologia - Séc. 16, 1º quartel - construção da capela encomendada, segundo a tradição, por Aires de Quental, Feitor-mor de D. Manuel, desde 1518; 1948 - colocação do painel de azulejos e banco na parede N. (Ministério da Guerra)."
(via página da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais)
Publicado por Leonel Vicente às 07:55 PM | Comentários (0)
NOVOS AGRADECIMENTOS
Sábado é dia de agradecimentos: à Giesta, do Flores do Campo e ao Prima Desblog - Teclado Bloqueado.
Publicado por Leonel Vicente às 08:48 AM | Comentários (0)
QUINTA DO BILL - BEST OF
- Se te amo
- Os Filhos da Nação
- No Trilho do Sol
- Voa (voa)
- Menino
- A única das amantes
- Prece (uma canção)
- Reunir aos meus amigos
- Srª Maria do Olival
- De 2ª a 6ª feira
- Aljubarrota
- Sem rumo
- (Que será de ti) Lisboa
- Dias de cumplicidade
- Chamar-te a mim
- Ter alguém (ter fé)
- Ao pé de mim
- O Fim do Mundo
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março 26, 2004
INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO (IV)

Capela de São Gregório
"Planta centralizada composta pelo octógono da nave e pelo rectângulo da capela-mor, a que se adossa, a E., a sacristia inscrita num quadrado. A nave é encimada por varandim, com remates nos vértices do octógono; a cobertura em cúpula é revestida a cimento, rematado por catavento com cruz; a sacristia é rematada por telhado prismático quadrangular. À fachada S. e E. adossa-se uma galilé, de telhado facetado, assente em arquitrave apoiada em colunas toscanas de fuste liso. A porta da capela de verga e jambas com decoração manuelina rasga-se em frente ao altar-mor. Este abre-se para a nave por arco a meio ponto assente em pilastras. Nave e sacristia são cobertas por abóbadas em cúpula; a capela-mor é rematada por abóbada de barrete de clérigo. 3 nichos encimam o altar, um deles com a imagem de São Gregório Nanzianzeno. Azulejos enxaquetados e brancos com cercadura a azul, na capela-mor; na nave, dos 2 lados, painéis setecentistas, a azul e branco, representando um a missa de São Gregório, outro uma cena conciliar."
"Cronologia - Séc. 16, 1º quartel - construção da capela, feita, segundo a tradição, à custa do povo; 1535 - gastos 600 reais no madeiramento (Anais, 1971)."
(via página da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais)
Publicado por Leonel Vicente às 01:45 PM | Comentários (0)
III TEMPLÁRIO - FESTIVAL INTERNACIONAL DE TUNAS

A Tuna Templária do Instituto Politécnico de Tomar irá realizar o seu III Templário - Festival Internacional de Tunas da Cidade de Tomar.
Este evento irá realizar-se no próximo dia 27 de Março de 2004, com a realização de um desfile das tunas pelo Centro Histórico da Cidade pelas 15.00 h, com o intuito de possibilitar a convivência da população com as tunas envolvidas. Logo após o desfile, terá início a Serenata Monumental na Praça da República. O Festival irá realizar-se no Cine-Teatro Paraíso pelas 21 horas do mesmo dia.
Presente e a abrir o certame está a Tuna Académica do Liceu de Évora (TAE), em posição de extra-concurso. A concurso, teremos a Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico (T.U.I.S.T), a Tuna do Instituto Politécnico de Santarém (Scalabituna), a Estudantina Universitária de Lisboa (EUL), a Tuna de Medicina de Córdoba, e a Tuna de Derecho de Sevilla (não sendo esta a ordem de actuação no certame), estando estas sob a apresentação do Grupo de Jogralhos do Minho, numa festa de cor e música que demonstra a cultura e tradição juntas no mais cordial ambiente académico, de Tomar.
Pela primeira vez, a III edição do Templário terá transmissão em directo (em “tempo real”) na página web da Rádio Cidade de Tomar.
Publicado por Leonel Vicente às 11:35 AM | Comentários (0)
QUINTA DO BILL - DIAS DE CUMPLICIDADE
Gravado e misturado nos estúdios Trak (Madrid) Nov/Dez 97 por Juan Ignácio Cuadrado, Francisco Gude e José Peña.
Produção de Carlos Moisés/ Juan Ignácio Cuadrado.
Capa de Paradigma
- Voa (voa)
- Chamar-te a mim
- Dias de cumplicidade
- Calypso
- Dizer A-Deus
- Ter alguém (ter fé)
- Se és branco ou negro
- Dá-me a verdade
- Por ti, eu espero
- Assim no mar
- De 2ª a 6ª feira
- Falta de educação
- Diário de um não
- Tempo de partir
Publicado por Leonel Vicente às 08:33 AM | Comentários (0)
março 25, 2004
INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO (III)
Arco denominado das Freiras
"Arco pleno, com intradorso em blocos aparelhados de cantaria, inscrito num corpo de planta rectangular, contrafortadolateralmente dos lados N. e S., junto às paredes às quais se encosta. A cobertura é em telhado de 2 águas, tendo sido enxertado um outro telhado também de 2 águas , cobrindo uma escada de comunicação com o prédio desse lado. Uma moldura em cantaria divide o registo em que se inscreve o arco da parte superior em que passa o corredor. Neste rasgam-se simetricamente, a N. e a S., pequenas frestas rectangulares de vão moldurado."
"Cronologia - Séc. 16 - a sua construção integrou-se certamente no alargamento da área conventual, a par do aumento de número de freiras (em 1540 eram já 36 as monjas professas)."
(via página da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais)
Publicado por Leonel Vicente às 01:54 PM | Comentários (0)
QUINTA DO BILL - NO TRILHO DO SOL
- Parar o Tempo
- Gerónimo
- Se Te Amo
- Índios na Reserva
- (Que Será de Ti) Lisboa
- Mão na Consciência
- O Fogo Posto
- Quanto + Me Olho ao Espelho
- A Festa dos Vencidos
- Reunir aos Meus Amigos
- A Única das Amantes
- Donas de Bem
- Eles Ignoram
- Prece (Uma Canção)
Publicado por Leonel Vicente às 08:05 AM | Comentários (0)
março 24, 2004
"BLOGOSFERA REGIONAL" (VI)
Nesta "viagem pela blogosfera das regiões", visitamos hoje alguns "blogues" dos distritos de Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria e Lisboa:
- Infofigueira (Figueira da Foz)
- Queermondego (Coimbra)
- Recordações (Coimbra)
- Nabo da Beira (Celorico da Beira)
- João Tilly (Seia)
- Seia
- Aldeia de Amor (Amor - Leiria)
- Olissipo (Lisboa).
Publicado por Leonel Vicente às 06:12 PM | Comentários (0)
INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO (II)

Aqueduto do Convento de Cristo (Troço dos Pegões)
"C. 7 km. de canalização em pedra, coberta a laje, correndo em grande parte ao nível do terreno, c. 400 m. assentes em arcaria, de dimensão e altura variável. Sobre o vale da Felpinheira a cortina compõe-se de 12 arcos de volta redonda, com c. 15 m. na parte mais alta; sobre o vale dos Pegões 58 arcos de volta inteira, que, na zona de maior declive, assentam em 16 arcos quebrados, apoiados em pilares, com a altura máxima de c. de 220 m.; a montante e a jusante 2 mães d'água rematadas por cúpulas e abobadadas no interior resguardam bacias de depuração da água; seguem-se 34 arcos de volta perfeita, que atravessam um vale pouco profundo, e correndo paralelas ao muro da cerca 2 arcaturas com 18 e 13 arcos; finalmente a cortina de 21 arcos também de volta perfeita, rematados pela cruz de Cristo, os últimos adossados à fachada S. do Convento de Cristo."
"Cronologia - 1595 - Escritura de compra das fontes e do pinhal; início da construção; 1614 - o aqueduto chega à cerca, terminando num tanque de rega; 1617 - prolongamento até ao convento; lavabo dos dormitórios; 1619 - conclusão da obra; construção da fonte do claustro principal; 1752 - exploração de novas nascentes a montante e ligação ao aqueduto construído."
(via página da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais)
Publicado por Leonel Vicente às 12:33 PM | Comentários (0)
QUINTA DO BILL - OS FILHOS DA NAÇÃO
- Gualdim Pais, Umas Vezes a Trote...
- Senhora Maria do Olival
- A Libertação
- Onde Sei Viver
- Basta
- Menino
- Mãe (Que Saudade)
- Por Quem Morres Maubere
- Um Barco ao Longe
- Goa, Damão e Diu
- Aljubarrota
Publicado por Leonel Vicente às 08:16 AM | Comentários (0)
março 23, 2004
INVENTÁRIO DO PATRIMÓNIO ARQUITECTÓNICO (I)
A partir de hoje, diariamente, e até final do mês de Abril, farei referência ao inventário do património arquitectónico do concelho de Tomar, com base em relação da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.
Açude da Fábrica de Fiação de Tomar
"Muralha angular disposta entre as 2 margens, assente no fundo rochoso do leito do rio, formada por 2 lanços desiguais com 68 m e 42 m de comprimento, tendo de largura na parte superior 1,64 m e na inferior 9,65 m, de altura 3,989 m, com 11 degraus a jusante. Na margem esquerda o canal que conduzia a água para a Fábrica de Fiação, com 1.141 m de comprimento por 6,18 m de largura média; a entrada de água para o canal fazia-se por 5 adufas; na margem direita, no lanço menor da muralha, 2 comportas asseguravam a limpeza do açude."
"Cronologia - 1789, final - início da construção do açude, no local onde existia a ponte da Granja; 16 de Janeiro de 1790 - início da construção da Fábrica Grande ou Fábrica de Fiação de Tomar, que iria utilizar a energia da água para accionar máquinas de fiação e cardagem; o complexo industrial deveu-se aos industriais franceses Jácome Ratton e filho e Timóteo Lecusson Verdier, sócios da Real Fábrica de Algodões, Lençaria e Meias de Tomar; o engenheiro inglês Francisco Wellhouse foi o 1º director da fábrica, tendo supervisionado a sua construção; 1798 - uma cheia no Nabão causou grandes estragos no açude; 1804 - início da laboração; 1883 - um incêndio destrói a fábrica, reconstruída por Henrique Taveira, a partir de planta do Engº Charles Hargreaves."
(via página da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais)
Publicado por Leonel Vicente às 12:30 PM | Comentários (0)
QUINTA DO BILL - SEM RUMO
Produção de Carlos Moisés
Arranjos: Qbill
Gravado nos estúdios Tcha-Tcha-Tcha entre Março e Junho 91 por Rui Dias, Paulo Jorge e Vasco
Misturado por Rui Dias e Carlos Moisés
Capa de Gil Sampaio
Fotografia da capa de Maurício Abreu/The image bank
- Aljubarrota
- Até quando
- Solidão a dois
- Passo a passo
- Sonho
- Alcácer quibir
- Verdes anos de mentira
- Sem rumo
- Besanas bar
- Rua da Rosa
Publicado por Leonel Vicente às 08:15 AM | Comentários (0)
março 22, 2004
QUINTA DO BILL
Os Quinta do Bill "nasceram" em Setembro de 1987, na sequência de uma ideia de um grupo de amigos de Tomar, tendo como ponto de encontro e, ao mesmo tempo, “sala de ensaios”, a Quinta do Sr. Guilherme (Bill).
A formação inicial era composta por Carlos Moisés (voz, guitarra, flauta e composição), Rui Dias (guitarra) e Paulo Bizarro (baixo), a que se juntaram, de seguida, João Coelho (bateria), Pedro Ferreira (teclas) e Fernando Paulo (guitarra) - que viria a abandonar o grupo poucos meses depois.
Em 1989, João Portela passa a assinar as letras do grupo, começando a afirmar-se a identidade musical da banda, na tradição folk-rock. Em 1990, Pedro Ferreira é substituído nas teclas por Alfredo Fonseca.
Depois de terem atingido as "meias-finais" do 5º Concurso do "Rock Rendez Vous" (e tendo atingido igual fase no concurso Rock Pepsi-RFM), venceriam o concurso Aqui D'el Rock, promovido pela RTP, que lhes "abriria as portas" à gravação do primeiro disco: "Sem Rumo", editado em 1992.
Rui Dias abandonaria o grupo, sendo substituído por Paulo Jorge que, para além de tocar guitarra, também tocava banjo, instrumento que viria a tornar-se fulcral na sonoridade folk da banda. Nuno Flores (violino e viola d'arco) e Pedro Pimentel (teclas e acordeão) entrariam para o grupo em 1993.
Em 1994, é editado o álbum "Os Filhos de Nação" - que viria a ser disco de ouro - incluindo temas como "Os Filhos da Nação" (agora adaptado pelo FC Porto nos jogos no seu Estádio, como "Os Filhos do Dragão"!...), "Menino" e "Senhora Maria do Olival", com o qual atingem a consagração nacional, realizando concertos por todo o país, incluindo a primeira parte do concerto de Bryan Adams no Estádio de Alvalade.
Em 1995, Carlos Calado (ex-Mártir) entrava, para o lugar de Paulo Jorge (na guitarra e banjo).
Em 1996, era editado o álbum "No Trilho do Sol", com os grandes sucessos "No Trilho do Sol" e "Se Te Amo". Actuam na “Festa do Avante”, como cabeça de cartaz, para cerca de 40 000 pessoas.
Em 1997, Pedro Pimentel foi substituído por Miguel Urbano, nas teclas e acordeão, reforçando as sonoridades “pop” da banda.
No ano de 1998, foi editado o álbum "Dias de Cumplicidade", com destaque para o primeiro "single", "Voa".
Em 1999, os Quinta do Bill participam na compilação de homenagem aos Xutos & Pontapés com uma versão do tema "Homem do Leme".
Em 2000, seria editada a compilação "Best of", a qual, para além dos maiores êxitos da banda, incluía os inéditos "Ao Pé de Mim (Vem Repousar)" e "Fim do Mundo".
De seguida, entrou para a banda o baterista Jorge Costa.
Em Outubro de 2001, foi editado "Nómadas", disco que reflecte novas sonoridades, do Norte de África, música étnica de inspiração indo-muçulmana, com a colaboração, nos temas "Diz-me Lá" e "Poeta sem Paz", da cantora marroquina Amina Alaoui, para além de Bijan Chemirani.
(com base na página do grupo na net, assim como na página da Rádio Cidade de Tomar)
P. S. A visitar também o “fotolog” dos Quinta do Bill!
DISCOGRAFIA
- Sem Rumo (CD, Dansa do Som,1992)
- Os Filhos da Nação (CD, Polygram, 1994)
- No Trilho do Sol (CD, Polygram, 1996)
- Dias de Cumplicidade (CD, Polygram, 1998)
- Best Of: O Melhor da Quinta do Bill (CD, Universal, 2000)
- Nómadas (CD, Universal, 2001)
Publicado por Leonel Vicente às 01:36 PM | Comentários (0)
"BLOGOSFERA REGIONAL" (V)
Chega hoje a oportunidade de referir alguns "blogues" dos Distritos de Aveiro, Braga e Bragança:
- Dito Cujo (Aveiro)
- O Lado Esquerdo (Aveiro)
- Bragança
- Transmontar.
Publicado por Leonel Vicente às 12:35 PM | Comentários (0)
SEMANA DA JUVENTUDE EM TOMAR
Decorre de 22 a 28 de Março, a 2ª Semana da Juventude, organizada pelos Serviços de Juventude da Câmara Municipal de Tomar.
Hoje, pelas 10 horas, dá-se a abertura desta iniciativa, no auditório da Biblioteca Municipal de Tomar, com a apresentação do Prémio Municipal Amorim Rosa de Letras (visando incentivar a produção literária, o estímulo dos hábitos de leitura, a descoberta de novos autores e a promoção dos valores culturais de Tomar).
Amanhã, no mesmo local, às 14.30h, colóquio tendo por tema a Sida e a Sexualidade.
No dia 24, prova de karts no Kartódromo da Batalha.
No dia 25, no Cine-Teatro Paraíso, lugar à Publicidade, com uma apresentação de alguns dos melhores anúncios do mundo em 2003, organizada pela Associação Nacional de Jovens Formadores e Docentes.
Na Sexta-feira, no Espaço Internet, uma mostra de sítios dedicados à juventude no ciberespaço, das 9.30 às 20 horas. Pelas 16 horas, será também inaugurado o novo Espaço Jovem de Tomar, localizado no Complexo Desportivo Municipal.
Sábado (dia 27), decorrerá o 1.º Concurso de Fotografia Jovem, promovido em colaboração com o GRAFO – Grupo Amador de Fotografia (inscrições até dia 25).
O encerramento, com "chave de ouro", no domingo, dia 28, pelas 22 horas, com um grande concerto dos Quinta do Bill, no Cine-Teatro Paraíso.
(Via Tomar Online)
Publicado por Leonel Vicente às 08:25 AM | Comentários (0)
março 21, 2004
CONCELHO DE TOMAR – FREGUESIAS
FREGUESIAS | |||
| Nome | Endereço | Habitantes | Área(ha) |
| Alviobeira | Rua da Escola Nº 6 Alviobeira - 2305-061 ALVIOBEIRA | 635 | 857 |
| Asseiceira | Santa Cita - 2300 ASSEICEIRA TMR | 3 201 | 2 899 |
| Beselga | - 2300 BESELGA TMR | 880 | 1 373 |
| Carregueiros | - 2300 CARREGUEIROS | 1 255 | 1 235 |
| Casais | - 2300 CASAIS TMR | 2 471 | 2 744 |
| Junceira | Serra - 2300 JUNCEIRA | 833 | 1 302 |
| Madalena | - 2300 MADALENA TMR | 3 466 | 3 056 |
| Olalhas | Montes - 2300 OLALHAS | 1 581 | 3 459 |
| Paialvo | - 2300 PAIALVO | 2 850 | 2 226 |
| Pedreira | - 2300 PEDREIRA TMR | 563 | 1 201 |
| Tomar (Sta.Mª dos Olivais) | Voluntário República 121 - 2300 TOMAR | 12 801 | 1 723 |
| Tomar (São João Baptista) | R de S João 86 - 2300 TOMAR | 6 103 | 1 305 |
| São Pedro de Tomar | - 2300 SAO PEDRO DE TOMAR | 3 069 | 3 649 |
| Sabacheira | - 2300 SABACHEIRA | 1 115 | 3 435 |
| Serra | SERRA - 2300 SERRA | 1 299 | 3 352 |
| Além da Ribeira | - 2300 ALEM DA RIBEIRA | 885 | 1 232 |
(Quadro extraído da página da ANMP - Associação Nacional de Municípios Portugueses)
Ver também caracterização das freguesias, pelo Governo Civil de Santarém.
Publicado por Leonel Vicente às 12:45 PM | Comentários (0)
UNIÃO DE TOMAR - PALMARÉS
- 6 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da I Divisão (1968/69, 1969/70, 1971/72, 1972/73, 1974/75 e 1975/76: 10º / 14º / 12º / 16º / 12º / 14º)
- 34 presenças na Taça de Portugal (5 vezes nos 1/4 final; 1 vez nos 1/8 final; 1 vez nos 1/16 final; 11 vezes nos 1/32 final)

- Campeão Nacional de Futebol da II Divisão - 1973-74
- 16 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da II Divisão
- Campeão Nacional de Futebol da III Divisão - 1964-65
- 19 presenças no Campeonato Nacional de Futebol da III Divisão
- Campeão Distrital de Futebol da A. F. Santarém - 1940-41, 1941-42, 1955-56, 1987-88 e 1997-98
- Campeão Distrital de Juniores - 1978-79, 1982-83, 1994-95 e 1998-99
- Campeão Distrital de Juvenis - 1978-79 e 1987-88
- Campeão Distrital de Iniciados - 1995-96 e 1998-99
Publicado por Leonel Vicente às 12:45 PM | Comentários (0)
março 20, 2004
TOMAR NA PÁGINA DO GOVERNO CIVIL DE SANTARÉM
"O concelho de Tomar está situado no centro do país, na região do Vale do Tejo, integrando a sub-região do Médio Tejo. Em termos de actividade turística pertence à Região de Turismo dos Templários, Floresta Central e Albufeiras, cuja sede se encontra instalada na cidade de Tomar.
O território tem por limites a norte os concelhos de Ferreira do Zêzere e Ourém, a poente de novo Ourém e o concelho de Torres Novas, a sul os concelhos de Torres Novas e Vila Nova da Barquinha, e a nascente o concelho de Abrantes.
Quanto a acessos, o concelho dispõe de trajectos fáceis a todas as regiões do país. É servido pelo IC 3, pelo IC 9, pelo IP 6 e pelas EN 110, EN 243, EN 113, EN 349-3, EN 358 e EN 358-1. Para além destas vias, o concelho é atravessado ainda em todos os sentidos por uma diversificada rede de estradas municipais com 460 km, que serve todas as suas freguesias e polos urbanos limítrofes. Possui, também, um ramal ferroviário que liga Tomar ao importante nó ferroviário do Entroncamento.
Os estabelecimentos escolares existentes no concelho cobrem os diversos níveis de ensino, desde o pré-escolar ao superior (Tecnológico e Gestão).
Quanto ao sistema de saúde, este município está munido de um Hospital distrital, um Centro de Saúde e 31 extensões do Centro de Saúde.
Em termos económicos, o território do concelho de Tomar integra um dos vértices da principal zona industrial da região, tradicionalmente conhecida como o triângulo de Tomar, Torres Novas e Abrantes. A boa localização geográfica permitindo boas acessibilidades, a existência de um bom sistema escolar e de habitação, a oferta de uma mão de obra qualificada e a existência de bons equipamentos turísticos, têm constituído factores positivos e dinamizadores do desenvolvimento do concelho. Assim, apesar da estrutura económica ser dominada por actividades não agrícolas e da dimensão urbana da cidade de Tomar, o território do concelho apresenta características tipicamente rurais, com um povoamento assente em pequenos aglomerados. Contudo, é no sector industrial, sobretudo nas indústrias de papel e artes gráficas, de madeira e mobiliário e de produtos minerais não metálicos, que o concelho é tradicional e ancestralmente conhecido, apesar de o sector terciário empregar igualmente mais de metade dos activos da cidade de Tomar. Para tudo isso contribuiram, essencialmente, três factores: o desenvolvimento urbano e industrial; a inserção de Tomar numa rota de turismo religioso e monumental; e, por último, os inegáveis efeitos induzidos da desconcentração, a favor de Tomar, de alguns serviços de âmbito regional e nacional."
Câmara Municipal
Presidente: António Paulino da Silva Paiva
Vereadores: Fernando Rui Linhares Corvelo de Sousa
José António Ribeiro Mendes
António Augusto Fidalgo
Carlos Manuel de Oliveira Carrão
Ivo Manuel Querido dos Santos
Fernando Rodrigues dos Santos
Paços do Concelho: Praça da República 2300-550 Tomar
Tel: 249 329 800 Fax: 249 329 809
E-Mail: cmtomar@mail.telepac.pt
(Tomar na página do Governo Civil de Santarém)
Publicado por Leonel Vicente às 05:25 PM | Comentários (0)
março 19, 2004
JORNAL "CIDADE DE TOMAR" - 19.03.04
Publicado por Leonel Vicente às 11:32 PM | Comentários (0)
TEMPLÁRIOS (V)
"Do mesmo modo, foi criada em Portugal a Ordem Militar da Milícia de Cristo e os cavaleiros conservaram até o manto branco e a cruz vermelha do Templo. em 1321, a Ordem de Cristo contava mais de cento e sessenta comendas e todos os seus membros eram Templários portugueses ou franceses. Trinta e cinco anos mais tarde, a sede da nova ordem, primeiro fixada em Castro Marim, foi transferida para Tomar, na antiga comenda provincial portuguesa da Ordem do Templo.
[...]
Outros herdeiros oficiais: as ordens da Península Ibérica. Em Portugal, os Templários foram absolvidos e o rei D. Dinis, o Lavrador, enviou ao papa João XXII, sucessor de Clemente V, dois emissários para negociarem o renascimento da Ordem do Templo. Obteve ganho de causa e a Ordem ressuscitou ou, pelo menos, os Templários puderam entrar para uma nova ordem criada para eles, a dos cavaleiros de Cristo. Recuperaram todos os seus bens e, daí em diante, obedeceram à mesma regra monástica que os cavaleiros da Ordem de Calatrava. Continuaram a usar o manto branco com uma cruz vermelha.
[...]
Retomaram a luta contra os Mouros e, nessa actividade, conquistaram importantes territórios em África. Em breve dominaram as águas de Portugal e até mais além. Não esqueçamos que foi sob o seu pavilhão que D. Henrique, o Navegador, iniciou os Descobrimentos."
"Os Templários - Esses grandes senhores de mantos brancos", Michel Lamy, Editorial Notícias, pp. 248 e 262
Publicado por Leonel Vicente às 08:00 AM | Comentários (0)
março 18, 2004
"BLOGOSFERA REGIONAL" (IV)
Hoje, em viagem pelo Algarve:
- Asul
- Vialgarve.
Publicado por Leonel Vicente às 01:57 PM | Comentários (0)
TEMPLÁRIOS (IV)
"Convém também referir Tomar. Infelizmente, foram efectuados melhoramentos depois da extinção da Ordem, mas os que se dedicaram às diferentes obras eram verdadeiramente «descendentes» dos Templários, dado que se tratava da Ordem dos Cavaleiros de Cristo.
A fortaleza de Tomar foi edificada por ordem de Gualdim Pais, Grão-Mestre da Ordem em Portugal. Facto curioso, depois da sua morte, em 1195, não foi enterrado na rotunda de Tomar, mas numa igreja da cidade baixa: Santa Maria do Olival.
A entrada e a saída são marcadas por poços, infelizmente aterrados em grande parte, hoje em dia. Uma outra igreja, com torre octogonal, tem o nome de São João Baptista. Na fachada, um baixo-relevo, que uma esfinge nos convida a observar atentamente, representa um cão que designa a constelação cuja estrela principal é Sirius, ou Sothys, para os orientais. Vemos também um leão que lembra a constelação e a sua estrela, Régulos. No centro, um «Graal», deverá ser relacionado com a constelação «a Taça». Estas figuras determinam um ângulo de 34 graus.
Ora, a constelação de Leão forma com a Taça e a estrela Sirius do Grande Cão um ângulo de 34 grau, à meia-noite verdadeira, a 20 de Janeiro.
Trata-se do dia em que se festeja S. Sebastião, aquele miliciano romano que foi trespassado com setas antes de ser... decapitado. Mais uma cabeça cortada. Ora, São Sebastião era um dos santos preferidos dos Templários."
"Os Templários - Esses grandes senhores de mantos brancos", Michel Lamy, Editorial Notícias, pp. 197 e 198
P. S. Passam hoje 690 anos sobre o desaparecimento do Grão-Mestre dos Templários, Jacques de Molay, conforme bem assinala o Almocreve das Petas.
Publicado por Leonel Vicente às 07:55 AM | Comentários (0)
março 17, 2004
TEMPLÁRIOS (III)
"A esfera armilar, na famosa Janela do Capítulo, lá está para nos lembrar o papel dos Cavaleiros nas Descobertas, assim como o ângulo de 34º que encontramos nos vértices das fachadas das capelas góticas, que será o ângulo que a constelação de Cão Maior faz com a Taça (Graal) e com Leão, conforme representado no baixo-relevo da Igreja de S. João Baptista.
[...]
Mas parece inegável que os Templários e a Ordem de Cristo desempenharam um papel fundamental nos Descobrimentos Portugueses. Diz-se de D. Dinis, o grande defensor da continuação da Ordem, que estaria «iniciado» nos segredos templários...
[...]
O grande impulsionador das Descobertas foi D. João, mestre de Aviz, e sabemos que a Ordem de Aviz estava intimamente ligada a Calatrava e, portanto, ao Templo. Assim, também as primeiras caravelas ostentavam o pavilhão da Cruz de Cristo, e o Infante D. Henrique, se não era Mestre, era pelo menos governador da Ordem de Cristo."
"Os Templários - Esses grandes senhores de mantos brancos", Michel Lamy, Editorial Notícias, pp. 6 e 7 (Nota do Editor português)
Publicado por Leonel Vicente às 07:58 AM | Comentários (0)
março 16, 2004
"BLOGOSFERA REGIONAL" (III)
Completamos hoje, com a "segunda etapa", esta "digressão" pelo Alentejo:
Publicado por Leonel Vicente às 01:58 PM | Comentários (0)
TEMPLÁRIOS (II)
"É em Tomar que encontramos uma maior concentração de bastiões da Ordem, contributos inestimáveis para o nosso património arquitectónico. É o caso do castelo de Tomar (também chamado dos Templários), que estaria unido por passagens subterrâneas à Igreja de São João Baptista (santo venerado pela Ordem, que nos seus templos e capelas conta com inúmeras representações de baphomets - cabeças degoladas) e à Igreja de Santa Maria do Olival, one Gualdim Pais foi sepultado. O seu túmulo, ao que se sabe, está vazio - mais um enigma para a constelação dos mistérios do Templo.
A arte gótica, segundo Michel Lamy, terá sido introduzida pelos Templários, que se associaram a mesteirais cagots, possuidores de segredos de construção e dos trabalhos em pedra (possíveis antecessores dos "pedreiros-livres" ou franco-mações). O estilo manuelino será, em Portugal, o herdeiro directo do gótico e o seu grande expoente é o Convento de Cristo, cripta da Ordem de Cristo, após se ter instalado por alguns anos em Castro Marim e ter regressado à original sede do Templo. Na charola do Convento de Cristo encontramos a disposição octogonal, fiel à cosmologia da época e representando o hemisfério celeste. Os Templários, e os seus herdeiros Cavaleiros de Cristo, teriam desenvolvido os conhecimentos de astrologia e astronomia (as duas ciências, como se sabe, eram indissociáveis) que lhes serviram para iniciar a aventura dos Descobrimentos."
"Os Templários - Esses grandes senhores de mantos brancos", Michel Lamy, Editorial Notícias, pp. 5 e 6 (Nota do editor português)
Publicado por Leonel Vicente às 08:00 AM | Comentários (0)
março 15, 2004
TEMPLÁRIOS (I)
"Não se sabe ao certo se, entre os primeiros nove templários que foram a Jerusalém, um deles seria do Condado Portucalense: Gondomar (ou Gondemar?). Mas supõe-se que a presença da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo (mais tarde denominada por Ordem do Templo) em Portugal data de 1126, e sabe-se que os templários estavam solidamente implantados no país em 1157, quando foi nomeado Grão-Mestre Gualdim Pais, figura emblemática que comandou a reconquista de Santarém e Lisboa, ao lado de Martim Moniz. Em 1128, D. Teresa concedeu-lhes o castelo de Soure, e como recompensa dos seus feitos guerreiros, D. Afonso Henriques outorgar-lhes-á a cidade de Tomar, bem como as terras compreendidas entre Tomar e Santarém. Foi assim que o castelo de Almourol, contemplando todo o Tejo, entrou na posse da Ordem.
É também certo que a decisão papal de extinguir a Ordem não seria bem acolhida e, em 1311, D. Dinis ordenou o levantamento de um processo, que decorreu em Salamanca, para averiguar a culpabilidade dos templários da Península Ibéica. Os templários portugueses seriam ilibados. Logo depois, D. Dinis enviou ao papa João XXII dois emissários para negociarem o renascimento da Ordem do Templo. Surgiu a Ordem de Cristo, de que foi investido Grão-Mestre Gil Martins (em 15 de Março de 1319), e cujos cavaleiros usavam um hábito idêntico ao dos templários: apenas uma cruz branca inscrita dentro da cruz vermelha (para assinalar a pureza da instituição ressurgida) os distinguia. Os dignatários do Templo conservavam os sus lugares na nova Ordem, que alojou também muitos templários refugiados, de França e outras nações europeias."
"Os Templários - Esses grandes senhores de mantos brancos", Michel Lamy, Editorial Notícias, p. 5 (Nota do editor português)
Publicado por Leonel Vicente às 08:03 AM | Comentários (0)
março 14, 2004
"BLOGOSFERA REGIONAL" (II)
Depois dos Açores, fazemos uma breve viagem (em duas etapas) pelo Alentejo:
A Voz do Baixo Alentejo na Net
Boooooom diiiiiiiia aleeeeeentejo
P. S. Conforme referido anteriormente, Paulo Querido publicou no "Expresso" de Sábado um pertinente artigo sobre "Os Blogues do Interior", ou a importância da "blogosfera regional".
Publicado por Leonel Vicente às 01:58 PM | Comentários (0)
março 13, 2004
RODA DO MOUCHÃO
P. S. Obrigado ao Almocreve das Petas e A Janela do Mundo.
Publicado por Leonel Vicente às 04:17 PM | Comentários (0)
março 12, 2004
JORNAL "CIDADE DE TOMAR" - 12.03.04
Publicado por Leonel Vicente às 11:33 PM | Comentários (0)
VIAGENS NA MINHA TERRA – ALMEIDA GARRET – A LENDA DE SANTA IRIA (V)
“Passaram mais três séculos e meio; e no ano de 1644 a Câmara de Santarém mandou refazer de cantaria lavrada o dito marco ou pedestal, que não era senão de alvenaria, e pôr-lhe em cima a imagem da santa.
Ainda lá está, assaz mal cuidado contudo; lá o vi com estes olhos pecadores no corrente mês de Julho de 1843.
Mas, sem milagre nem orações, o rio tinha-se retirado havia muito, para um cantinho do seu leito, e o padrão estava perfeitamente em seco, e em seco está todo o ano até começarem as cheias.
Tal é, em fidelíssimo resumo, a história da Santa Iria dos livros.
A das cantigas é, como já disse, muito outra e muito mais simples; conta-se em duas palavras. A santa está em casa de seus pais: um cavaleiro desconhecido, a quem dão pousada uma noite, levanta-se por horas mortas, rouba a descuidada e inocente donzela, foge a todo o correr de seu cavalo, e chegando a um descampado dali muito longe, pretende fazer-lhe violência...
A santa resiste, ele mata-a.
Dali a anos passa por ai o indigno cavaleiro, vê uma linda ermida levantada no próprio sítio onde cometeu o crime, pergunta de que santa é, dizem-lhe que é de Santa Iria. Ele cai de joelhos a pedir perdão à santa, que lhe lança em rosto o seu pecado e o amaldiçoa.
E acabou a história.”
[…]
Publicado por Leonel Vicente às 08:27 AM | Comentários (0)
março 11, 2004
"STAND-UP TRAGEDY"
Amanhã (12 de Março) no Cine-Teatro Paraíso, em Tomar, às 21.30h, uma representação de "Stand-Up Tragedy", espectáculo da autoria de Luís Filipe Borges, Nuno Costa Santos e Tiago Rodrigues.
Publicado por Leonel Vicente às 08:53 AM | Comentários (0)
VIAGENS NA MINHA TERRA – ALMEIDA GARRET – A LENDA DE SANTA IRIA (IV)
“Chegaram ao pé do túmulo, abriram-no, viram e tocaram o corpo da santa, mas não o puderam tirar, por mais diligências que fizeram.
Conheceu-se que era milagre; e contentando-se de levar relíquias dos cabelos e da túnica, voltaram todos para a sua terra.
As águas tornaram a juntar-se e a correr como dantes, e nunca mais se abriram senão dai a seis séculos e meio, quando a boa rainha Santa Isabel, mulher del-rei D. Dinis, tão fervorosas orações fez ao pé do rio pedindo à santa que lhe aparecesse, que o rio tornou a abrir-se como o mar Vermelho à voz de Moisés, dizem os devotos cronistas, e patenteou o bendito sepulcro.
Entrou a rainha a pé enxuto pelo rio dentro, seguida de seu real esposo e de toda a sua corte; mas por mais que rezasse ela, e que trabalhassem os outros com todas as forças humanas, não puderam abrir o túmulo; quebraram todas as ferramentas, era impossível.
Desenganado el-rei de que um poder sobre-humano não permitia que ele se abrisse, mandou a toda a pressa levantar um padrão muito alto sobre o mesmo túmulo, e tão alto que o rio na maior enchente o não pudesse cobrir.
O rio esperou com toda a paciência que os pedreiros acabassem e quando viu que podia continuar a correr, deu aviso, retiraram-se todos, tornaram-se a juntar as águas e o padrão ficou sobressaindo por cima delas.”
Publicado por Leonel Vicente às 08:03 AM | Comentários (0)
março 10, 2004
"BLOGOSFERA REGIONAL" (I)
Como prometido no Memória Virtual, tenho vindo a apresentar referência a um conjunto de "blogues" de temática regional (o que continuarei a fazer até final do mês).
Aqui ficam, para já, ligações a uma "amostra" de "blogues" açorianos:
Rocha dos Bordões - Fórum Ilha das Flores
P. S. A propósito, indica o Alandroal que Paulo Querido publicará no "Expresso", no próximo sábado, um artigo sobre os "blogues regionais".
Publicado por Leonel Vicente às 01:30 PM | Comentários (0)
"ESCRITA EM DIA"
Esta "madrugada" ouvia Francisco José Viegas (parabéns pelo feito de ontem do FC Porto!) no "Escrita em Dia" (Antena 1 - às Quartas, logo após o noticiário das 0.00h), entrevistando ("à conversa com...") Afonso de Melo (tendo por tema a escrita literária sobre futebol).
E, "de repente", no decurso de uma agradável conversa, "resolvem presentear-me", quando Afonso de Melo (jornalista, escritor, cronista de viagens - autor, por exemplo, de "Portugal em calções") começa a relembrar os tempos dos "cromos da bola" (aqueles que vinham embrulhados em rebuçados e, com a caderneta completa, davam direito a um magnífico prémio: uma bola "a sério").
E fala então daquela famosa defesa do União de Tomar (com uma cacofonia "engraçada"): Conhé, Kiki, Caló, Faustino e Barnabé!
Para, logo de seguida, relembrar ainda que, na mesma equipa, jogavam também Bolota, Camolas e Totói.
E, agora relembro eu (teria os meus 6 anos...), havia ainda Manuel José e, depois, Nh'abola, Franque, e até (pasme-se!) Eusébio e Simões.
Parafraseando o grande Carlos Pinhão, "Ai que saudades, ai, ai...".
É também um pouco da nossa "Memória"!
Publicado por Leonel Vicente às 08:22 AM | Comentários (0)
VIAGENS NA MINHA TERRA – ALMEIDA GARRET – A LENDA DE SANTA IRIA (III)
“Costumava a devota donzela ir todas as noites a uma oculta lapa que jazia no fim da cerca e junto ao rio Nabão, para ali estar mais só com Deus, e desabafar com Ele à sua vontade.
Soube-o Britaldo, espreitou a ocasião e ali a fez apunhalar por um seu criado, cujo nome a legenda nos conservou para maior testemunho de verdade… chamava-se Banam.
Banam! é um verdadeiro nome de melodrama.
Morta a inocente, Banam despiu-lhe o habito e lançou o corpo ao rio, que depressa o levou às arrebatadas correntes do Zêzere em que desagua; e logo este ao Tejo - que defronte da antiga Escalabiscastro lhe deu sepultura em suas louras areias, para maior glória da santa e perpétua honra da nobilíssima vila que hoje tem o seu nome.
Mas enquanto ia navegando o corpo da santa, teve Célio, o abade do convento, uma revelação que lhe descobriu a verdade e os milagres do caso; e comunicando-a logo aos monges e ao povo de Nabância, saiu com todos de cruz alçada, e foi por esses campos da Golegã fora, até chegar à Ribeira de Santarém.
Aí, benzendo as águas do rio, estas se retiraram corteses e deixaram ver o sepulcro que era de fino alabastro, obrado à maravilha pelas mãos dos anjos.”
Publicado por Leonel Vicente às 08:02 AM | Comentários (0)
março 09, 2004
ENVELHECIMENTO
Refere "O Templário" que, no concelho de Tomar, estão a ser construídos: um hospital para idosos, um lar para a terceira idade e, pelo menos, quatro centros de dia, decorrendo também obras de ampliação de cemitérios; no "reverso da moeda", algumas escolas têm de fechar por falta de alunos...
Já no século XXI, Portugal continua a sofrer os reflexos da "desertificação" do interior, com limitada capacidade de atracção e fixação de população jovem.
Publicado por Leonel Vicente às 02:40 PM | Comentários (0)
VIAGENS NA MINHA TERRA – ALMEIDA GARRET – A LENDA DE SANTA IRIA (II)
“Mas como o demo, em chegando a entrar num corpo humano, parece que não sai dele senão para se ir meter noutro, tão depressa o inimigo deixou ao pobre Britaldo, como logo se foi encaixar em não menor personagem do que o monge Remígio, que era o mestre e director da bela Iria.
Arde o frade em concupiscência, e não obtendo nada com rogos e lamentos, jurou vingar-se.
Disfarçou, porém, fingiu-se emendado, e deu-lhe, quando ela menos cuidava, uma bebida de sua diabólica preparação, que apenas a santa a havia tomado, lhe apareceram logo e continuaram a crescer todos os sinais da mais aparente maternidade.
Corre a fama do suposto estado da donzela, chovem as injúrias e os insultos dos que mais a tinham respeitado até então.
E Britaldo, que se julga escarnecido pela hipocrisia daquela mulher artificiosa, em vez de a esquecer com desprezo - sente reviver-lhe, se não tão pura, muito mais ardente, toda a antiga paixão.
Tão misterioso é o coração do homem! - tão vil! dirão os ascéticos - tão inexplicável! direi eu com os mais tolerantes.
Novas tentativas, promessas, ameaças do furioso amante... A santa resiste a tudo, forte na sua virtude.”
Publicado por Leonel Vicente às 08:05 AM | Comentários (0)
março 08, 2004
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA
De 1 a 31 de Março, na Casa Vieira Guimarães, Exposição de fotografia de António da Silva Magalhães, fotógrafo de Tomar.
Publicado por Leonel Vicente às 01:45 PM | Comentários (0)
VIAGENS NA MINHA TERRA – ALMEIDA GARRET – A LENDA DE SANTA IRIA (I)
História de Santa Iria segundo os cronistas e segundo o romance popular.
A milagrosa Santa Iria - Santa Irene - que deu o seu nome a Santarém, donzela nobre, natural da antiga Nabância, e freira no convento duplex beneditino que pastoreava o santo abade Célio, floresceu pelos meados do sétimo século.
Namorou-se dela extremosamente o jovem Britaldo, filho do conde ou cônsul Castinaldo que governava aquelas terras, e não podendo conseguir nada de sua virtude, caiu enfermo de moléstia que nenhum físico acertava a conhecer, quanto mais a curar.
É sabido que a mais santa lhe não pesa de que estejam a morrer por ela; e, mais ou menos, sempre simpatiza com as vitimas que faz.
Santa Iria resolveu consolar o pobre Britaldo: e já que mais não podia por sua muita virtude, quis ver se lhe tirava aquela louca paixão e o convertia.
Saiu, uma bonita manhã, do seu convento - que não guardavam ainda as freiras tão absoluta e estreita clausura - e foi-se à casa do namorado Britaldo. Consolou como mulher e ralhou como santa, por fim, impondo-lhe na cabeça as lindas e benditas mãos, num instante o sarou de todo achaque do corpo; e se lhe não curou o da alma também, pelo menos lho adormentou, que parecia acabado.”
P. S. A Feira de Santa Iria (celebrada a 20 de Outubro) é uma das maiores celebrações populares na cidade de Tomar.
Publicado por Leonel Vicente às 08:01 AM | Comentários (0)
março 07, 2004
UNIÃO DE TOMAR

Porque hoje é Domingo: uma equipa histórica do União de Tomar (época de 1977-78), com Eusébio e Simões (segundo da direita, na fila de baixo).
(Fotos no uniaotomar.no.sapo.pt)
Publicado por Leonel Vicente às 09:40 AM | Comentários (0)
março 06, 2004
JORNAL "CIDADE DE TOMAR" - 06.03.04
"
Na edição desta semana do "Cidade de Tomar ", destaque para o bowling a inaugurar em Julho ("um projecto para animar o concelho") e, mais triste, para "seis famílias que sobrevivem em barracões, sem água, nem luz".
Publicado por Leonel Vicente às 10:09 PM | Comentários (0)
AGRADECIMENTOS
Sábado é dia de agradecimentos...
A todos quantos dirigiram palavras simpáticas ao Tomar.
A todos os que o referenciaram: em primeiro lugar, aos meus "conterrâneos", que me precederam e que tão bem me receberam, Thomar e Santa Cita; mas também a outros companheiros da "vasta blogosfera", como o Verdade da Mentira, Flores do Campo, Fumaças, O Blog do Alex e TomarPartido.
A todos os que o visitam.
Obrigado pelo vosso incentivo!
Publicado por Leonel Vicente às 08:50 AM | Comentários (0)
março 05, 2004
HISTÓRIA (II)

D. Manuel daria à vila de Tomar um novo foral em 1510. No seu reinado, seria criada a Fábrica de Vidro da Matrena, assim como as Ferrarias de S. Lourenço e do Prado, que perdurariam até ao Séc. XVIII.
Teria um período áureo na época dos Descobrimentos, com a construção da traça da vila, das obras do Convento, Sinagoga (com uma importante comunidade judaica), reconstrução da Igreja de S. João Baptista, Capela da Nossa Senhora da Conceição e da Ermida de São Gregório.
Aquando do domínio espanhol, as Cortes de Tomar aclamaram Filipe II como Rei de Portugal, tendo sido, nessa época, construído o Aqueduto dos Pegões.
Tomar seria elevada à condição de cidade em 1844, por D. Maria II. No decurso do Séc. XIX, registou importante desenvolvimento industrial, com unidades produtoras de seda, papel e ferro, ao mesmo tempo que se instalavam fábricas de fiação de tecidos.
Nos anos mais recentes, foi o Turismo a desenvolver-se. É habitada por cerca de 20 000 pessoas, sendo atravessada pelo Rio Nabão. O concelho, constituído por 16 freguesias, abrange um total de cerca de 50 000 habitantes.
Os seus monumentos abrangem desde o Românico-Bizantino ao Barroco, passando pelo Gótico, até ao Manuelino. Nas suas tradições, destaca-se também a Festa dos Tabuleiros.
Publicado por Leonel Vicente às 08:25 AM | Comentários (0)
março 04, 2004
HISTÓRIA (I)
A região de Tomar é habitada há mais de 30 mil anos, apresentando diversos vestígios pré-históricos, datados desde o Paleolítico, decorrendo das suas boas condições de fertilidade.
Em épocas mais recentes, a região conheceu as povoações de Nabância (nome atribuído pelos Lusitanos, em honra do deus das águas, Nava), fundada pelos Túrdulos em 480 a.C. e, 600 anos depois, pelos Romanos; e Sellium, fundada no Séc. I pelo Imperador Augusto, na margem esquerda do Rio Nabão, época em que o povo se dedicava à agricultura e à exploração mineira.
Seguiram-se as invasões dos povos Bárbaros e Visigodos e, cerca de 712, dos Mouros.
Tomar foi conquistada aos Mouros por D. Afonso Henriques em 1147, vindo a ser doada aos Templários em 1159.
O Mestre da Ordem dos Templários, Gualdim Pais, fundou a vila de Tomar em 1 de Março de 1160, com a construção do Castelo de Tomar (com base na antiga povoação luso-romana), dando à povoação carta de foral em 1162.
Após a extinção da Ordem do Templo, em 1314, D. Dinis conseguiu obter bula do Papa João XXII para fundar, em 1319, a Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo (“Ordem de Cristo”), cuja sede se fixaria em Tomar em 1356, vindo a ser dirigida pelo Infante D. Henrique, então residente na vila.
Publicado por Leonel Vicente às 08:35 AM | Comentários (0)
março 03, 2004
MÉDIO TEJO
...O que não seria possível hoje!...
Há poucos anos, visando satisfazer as "reivindicações" das cidades do Médio Tejo, tal viria a dar origem à instalação - num "triângulo" separado por cerca de 30 km - de 3 hospitais: em Tomar, Torres Novas e Abrantes... cada um com um determinado conjunto de especialidades.
Hoje, os tomarenses "têm de" nascer em Abrantes (ou como "manipular" a demografia...).
Ontem, em visita à cidade de Tomar, para inauguração do Centro de Saúde de Santa Maria, o Ministro da Saúde, Luís Filipe Pereira, afirmou que, "em cada um dos 3 hospitais que integram o Centro Hospitalar do Médio Tejo (Abrantes, Torres Novas e Tomar) - a zona do país em que existe maior concentração de hospitais por habitante -, haverá consultas de todas as especialidades. No entanto os internamentos, e numa tentativa de rentabilização dos recursos, serão feitos, por especialidade, em cada uma das referidas unidades de saúde".
Publicado por Leonel Vicente às 08:50 AM | Comentários (0)
O CONCELHO

Com uma superfície de cerca de 350 km2, é composto por 16 freguesias (ALÉM DA RIBEIRA, ALVIOBEIRA, ASSEICEIRA, BESELGA, CARREGUEIROS, CASAIS, JUNCEIRA, MADALENA, OLALHAS, PAIALVO, PEDREIRA, SABACHEIRA, S. PEDRO DE TOMAR, SERRA, STª MARIA DOS OLIVAIS e S.JOÃO BATISTA – 14 das quais rurais, apenas as 2 últimas sendo freguesias urbanas), é delimitado a Norte pelos concelhos de Ferreira do Zêzere e Ourém, a Oeste, pelo de Torres Novas, a Sul, pelo de V. N. Barquinha, a Este, pelo de Abrantes.
Quem aqui escreve nasceu na freguesia de OLALHAS, junto ao Rio Zêzere (albufeira do Castelo do Bode), numa zona de fronteira entre os concelhos de Tomar e de Ferreira do Zêzere e entre os distritos de Santarém e de Castelo Branco...
(mapa retirado de viajar.clix.pt)
Publicado por Leonel Vicente às 08:10 AM | Comentários (0)
LOCALIZAÇÃO

Tomar localiza-se no centro do país, no distrito de Santarém, a cerca de 125 km de Lisboa (pouco mais de 1 hora, pelas Auto-Estradas A1, até Torres Novas, e A23), a 80 km de Coimbra e a cerca de 45 km de Leiria.
(mapa retirado de tomar.com.sapo.pt).
Publicado por Leonel Vicente às 07:50 AM | Comentários (0)
março 02, 2004
JANELA DO CAPÍTULO

Publicado por Leonel Vicente às 01:50 PM | Comentários (0)
março 01, 2004
TOMAR

No dia da fundação da minha cidade, nasce "oficialmente" este "blogue".
Para falar dela!
Da sua história. Da sua tradição. Da sua beleza. Do seu futuro.
Brevemente...
A começar, uma lista de "links indispensáveis":
Quinta do BillPublicado por Leonel Vicente às 11:00 PM | Comentários (0)
Blogue sobre Tomar, mantido por Leonel Vicente - online desde 01.03.2004
Nómadas
Best of
No Trilho do Sol
Os Filhos da Nação

